Judiciario do Acre se mobiliza para agilizar audiencias do sistema socioeducativo

Judiciário do Acre se mobiliza para agilizar audiências do sistema socioeducativo

Judiciario do Acre se mobiliza para agilizar audiencias do sistema socioeducativo
Foto: CNJ

Juízas e juízes do Poder Judiciário do Acre realizaram videoconferência na última segunda-feira, 16, para debater sobre o primeiro ciclo de audiências concentradas no sistema socioeducativo do estado. A iniciativa visa dar maior celeridade aos processos de adolescentes em conflito com a lei.

Durante a reunião virtual, foram discutidas estratégias para a implementação das audiências concentradas, que têm como objetivo garantir maior agilidade no atendimento dos adolescentes inseridos no sistema socioeducativo. A metodologia prevê a realização de múltiplas audiências em um curto espaço de tempo, otimizando os trabalhos da Justiça.

O juiz Hugo Zaher, coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e responsável pelas execuções de medidas socioeducativas, ressaltou a importância da iniciativa. Segundo ele, as audiências concentradas representam um avanço na qualificação do cumprimento das medidas impostas aos jovens infratores.

A implementação das audiências concentradas no Acre faz parte de um esforço nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para aprimorar o sistema socioeducativo brasileiro. A expectativa é que, com a adoção dessa metodologia, os processos sejam agilizados e os adolescentes recebam um acompanhamento mais efetivo, favorecendo sua ressocialização.

O Poder Judiciário acreano reafirma, assim, seu compromisso com a garantia dos direitos dos adolescentes em conflito com a lei e com a promoção de um sistema socioeducativo mais eficiente e humanizado.

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Acre

plugins premium WordPress
Rolar para cima
Consultar Advogado?
Um erro pode mudar tudo. Você está preparado? Você sabia que pode encerrar um processo antes do júri? Descubra como advogados estão mudando a investigação Você sabia que advogados podem criar suas próprias provas?