Um menino de 12 anos em Itabira, MG, sofreu morte cerebral após ser atacado por dois rottweilers que escaparam de uma cerca. O proprietário dos cães está sendo investigado pela polícia por omissão de cautela.
Um trágico incidente em Belo Horizonte deixou a comunidade em estado de choque. Um menino de 12 anos foi atacado por rottweilers, resultando em morte cerebral confirmada. O caso, que ocorreu em um lote vago, levantou questões sobre a responsabilidade na guarda de animais.
Detalhes do Ataque
Na noite de quarta-feira, o jovem Guilherme Gabriel Couto estava brincando em um lote vago no bairro Gabiroba, em Itabira, quando o inusitado aconteceu. Dois rottweilers, que viviam em uma residência próxima, escaparam por um buraco na cerca e atacaram o menino sem prévio aviso.
Testemunhas que estavam presentes relataram que os cães arrastaram Guilherme para uma área de mata, causando desespero nos moradores que tiveram que intervir prontamente para resgatar o garoto.
Guilherme sofreu ferimentos graves, incluindo perfurações no corpo e um alarmante corte profundo no pescoço. Devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou ser transferido imediatamente para o Hospital João XXIII, onde ficou sob cuidados intensivos até o diagnóstico de morte cerebral.
Após o ataque, embora os cães tenham retornado à residência, continuaram agressivos, o que resultou na atuação da Polícia Militar que, em uma medida extrema, precisou abater os animais para garantir a segurança da comunidade.
Consequências Legais
Após o trágico incidente, o proprietário dos cães, um homem de 27 anos, esteve na delegacia para relatar o ocorrido. Alegou que tomou conhecimento do ataque e, temendo por sua segurança devido a ameaças de populares, procurou a polícia.
O caso levou a Polícia Civil de Minas Gerais a registrar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por omissão de cautela na guarda ou condução dos animais. Embora o proprietário tenha sido liberado após o registro do TCO, a investigação permanece em andamento para apurar possíveis responsabilidades.
A Delegacia de Polícia Civil de Itabira está encarregada das investigações, que procuram entender se houve negligência na contenção dos cães, fatores que poderiam ter prevenido a tragédia. A comoção pública e as manifestações nas redes sociais destacam a pressão por uma resolução rápida e justa do caso.
FAQ – Perguntas frequentes sobre o ataque dos rottweilers em MG
O que aconteceu com o menino de 12 anos?
Guilherme Gabriel Couto sofreu morte cerebral após ser atacado por dois rottweilers em Itabira, MG.
Como os cães conseguiram escapar?
Os cães escaparam através de um buraco na cerca da casa onde viviam.
Qual foi a reação da comunidade após o ataque?
A comunidade ficou em choque e moradores intervieram para socorrer o menino, além de expressarem grande comoção social.
O que aconteceu com os animais após o incidente?
Os rottweilers foram abatidos pela Polícia Militar devido ao comportamento agressivo contínuo.
O que o proprietário dos cães fez após o ataque?
O proprietário procurou a polícia após saber do ataque e diante de ameaças de populares.
Quais ações legais foram tomadas?
Foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência por omissão de cautela, e a investigação continua pela Polícia Civil de Itabira.